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Inserção da posição do pilar na tabela da locação

Escrito em 25/06/2010, por Maycom Carlos Deimling

Em adição í  opção que exibe, ao lado dos eixos da planta de locação, o nome dos pilares referenciados por aquele eixo, implementada no Release 6, foi criada uma opção para exibir essa informação também na tabela de dados dos pilares, como uma coluna adicional.

Tabela de locação dos pilares (planta de locação)

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  1. 25, junho, 2010 em 14:10 | #1

    Estao trabalhando bastante, bastante melhorias ai; porém, quero ver utilidade; modulo fundação; pilar esbelto, vigas L, I, U; elementos inclinados, vigas curvas.

    To achando o blog bem menos movimentado que antes; o que será que houve?

    Nesse recurso ai, de nome do pilar; e se o pilar estiver entre eixos?

    acho que a melhoria que ta faltando na locação, é pode definir o ponto 0,0 com um click do mouse.

    Abraços.

  2. Carlos Alberto Sima
    25, junho, 2010 em 14:43 | #2

    Olá!
    Concordo com a mesagem anterior! Está havendo bastante empenho por parte da Altoqi, mas precisamos incorporar, além do que está sendo feito (que tb é importante):
    - o dimensionamento e detalhamento completo de vigas, inclusive flexão oblí­qua, e para todos os tipos de seções permitidas.
    - Além disso, blocos com estacas í  tração.
    - Lançamento de barras e vigas inclinadas “pulando” vários ní­veis intermediários.
    - Também é útil em pequenas obras a fundação em Radier, que creio poderia ser implementada, pois pode ser analisada no modo grelha tb.
    - Porque os furos em vigas estão limitados a 12cm?
    - Melhorias nas mensagens de erros de dimensionamento de armaduras em lajes, pois í s vezes não se consegue saber qual o problema.
    - Furos com geometria qualquer em lajes.
    - Etc..
    Todas esses recursos, e muitos outros, levarão o Eberick a se tornar muito competitivo, levando a alta produtividade em projetos.
    Parabéns í  equipe da Altoqi.
    Vamos melhorar.

  3. 25, junho, 2010 em 16:24 | #3

    Estamos de volta a planta de locação.
    Estas melhorias poderiam vir como bonus.

    Precisamos de algo mais substancial, como os colegas mencionaram acima e em outras citações, acho que não é pedir muito.
    Vamos esperar.

  4. 25, junho, 2010 em 16:49 | #4

    @Yutaka Mario Kobayashi Jr
    @Carlos Alberto Sima

    Boa tarde,

    Concordo com o que o Yutaka e o Carlos disseram sobre coisas a serem implementadas e/ou melhoradas, e daí­ faço referência, em adição ao que eles disseram, í  questão dos tubulões com fuste em falsa elipse, aos tubulões de divisa, vigas e pilares com seções variáveis (trapezoidais) etc.

    í€ parte disso, eu tenho sido um dos grandes incentivadores na implementação de novos recursos e configurações nas maneiras de se utilizar as plantas de locação, de maneira a atender í s diversas preferências regionais ou de cada profissionais. Este incremento da coluna contendo a posição referente aos eixos dos pilares é de muita utilidade e foi uma sugestão que fiz há tempos e fico feliz em ve-la implementada, especialmente para quem trabalha com a locação exibindo todos os eixos.

    Cada um tem sua forma de especificar a locação, mas vale ressaltar que uma obra bem executada parte SEMPRE de uma planta de locação que contenha todas as informações necessárias e, de preferência, que não exija que o engenheiro da obra (e menos ainda o mestre de obras) tenham que ficar fazendo contas para encontrar coordenadas acumuladas não indicadas.

    Acho que a locação está muito próxima do ideal. As sugestões de implementação que, a meu ver, fechariam as melhorias neste item são poucas e simples de serem implementadas. Embora já as tenha enumerado antes, volto a trazê-las í  tona, pois será difí­cil saber onde estão:

    a) fazer com que a cota acumulada fique diante do eixo de locação (e não acima), da mesma forma como ficam os pilares relacionados (caso a opção seja selecionada). Ficariam todos os dados na mesma linha, reduzindo a sobreposição de textos para o caso de muitos eixos, comforme mostrado abaixo.

    Atualmente é indicado assim:

    1254.5
    —————————— P1/P5/P10
    1200.5
    —————————— P3/P12/P25/P30

    O que eu sugiro é que fique assim:

    —————————— 1254.5 - P1/P5/P10
    —————————— 1200.5 - P3/P12/P25/P30

    Ainda que nesta representação simplificada, a simples mudança da cota acumulada para diante do eixo (e não acima deste), tendo adiante os nomes dos pilares (separados por um traço) deixa mais espaço para o desenho e causa menos sobreposição de textos.

    b) Em complemento í  sugestão do item “a” (acima), haverá casos em que, na utilização de todos os eixos de locação, haja sobreposição de textos. Para tanto, repito minha sugestão de abrir os textos dos eixos próximos “em leque”, embora haja quem não goste da representação, mas é bastante utilizada por alguns e, o mais importante, só é utilizada por quem quiser.
    — 1254.5 - P1/P5/P10

    ——————————
    —————————— 1200.5 - P3/P12/P25/P30
    ——————————

    — 1185.0 - P4/P7/P29

    Espero que dê para entender a sugestão do que chamo de representação “em leque”, que já tanto mencionei aqui. Tem quem ache horrí­vel, mas na obra é útil, como são úteis as representações dos eixos A, B, C etc. e 1, 2, 3 etc. na tabela. USA QUEM QUER! Não dá pra se usar em todas as obras, mas na maioria, sim.

    c) representação do lote e da arquitetura do térreo (ou do pavimento que for mais útil) na locação, assim como o @Yutaka Mario Kobayashi Jr sugeriu, a definição do ponto (0,0) com um clique, assim como as indicações dos eixos de divisa dos terrenos.

    Sei que o “leque” é polêmico, mas aqui na região de Goiânia, Brasí­lia e entorno, é muito utilizada por praticamente todos os profissionais. Facilita sobremaneira a locação na obra. Feio ou não, já enviei duas sugestões de representação “em leque” para o Eng. Ronaldod, sendo que ele se manifestou por e-mail ter preferido esteticamente uma que eu utilizava no antigo sistema Calaut (que era um sistema desenvolvido em tese de doutorado de dois engenheiros, um daqui de Goiânia, outro de São Paulo). Resulta em uma locação “limpa” visualmente, mesmo quando com todos os eixos, e sem nenhuma sobreposição de eixos.

    A meu ver falta pouco para fechar este tópico e dar o assunto Locações como encerrado, e bem í  frente da representação da concorrência, atendendo a critérios diversos de profissionais conforme preferências pessoais e/ou regionais.

    Ainda assim, vamos por quente nas implementações já sugeridas de análise, detalhamentos, estacas, blocos, entrada de dados da sondagem para determinação da capacidade de cargas, tubulões de vários tipos (e com aba separada dos blocos), dimensionamento das ferragens das estacas etc. No [link removido] há programas que já fazem isso (e no Exell), e o Eberick pode muito bem implementar tudo o que há lá e é vendido como programas para rodar no Exell (e são bem eficientes).

    Há muito o que fazer, mas vamos por partes. Mas parabéns í  equipe da AltoQi pelas implementações, sejam pequenas, sejam grandes. Esperamos as maiores ainda.

    Abraços a todos,
    Ivan.

  5. 25, junho, 2010 em 16:50 | #5

    PS:
    A representação “em leque” não saiu correta quando postei, mas acho que todos compreendem o que sugiro. A alguns colegas já mandei exemplos das sugestões acima e continuo í  disposição de troca de detalhes e opiniões pelo meu e-mail hiefe-engenharia@uol.com.br.
    Abraços.

  6. Renato Costa
    25, junho, 2010 em 17:26 | #6

    @Ivan Bueno , vc vai me desculpar a franqueza, mas esse tal de tubulão em meia-lua que vc tanto fala é uma preferencia regional que eu acho irrelevante; seria muito mais relevante atualizar o mód. de fundações para permitir outros recursos como -por exemplo- vigas de equilí­brio, blocos com ângulo de rotação qualquer, pilar pelo centro de gravidade de fundação associada e não apenas pelo CG, viga das cintas apoiando no bloco e não no pilar, posicionamento qualquer das estacas dentro dos blocos, principalmente bloco de 2 estacas, estacas tracionadas, etc; aí­, sim… nem eu, nem o @Yutaka, nem o @Carlos nem o pessoal da @RPM Engenharia terí­amos de ficar vindo aqui para … elogiar e se frustar ao mesmo tempo.

    Já a variação de seção longitudinal e transveral de vigas (pilares nem tanto), acho importante também e foi algo já proposto logo no iní­co do BLOG durante o tópico de brainstorm q fizemos, há +/- um ano atrás. As opções de visualização das cotas (tirando essa de leque que acho horrí­vel, esteticamente falando) acho importante também, e não entendo porque ainda não já foi feito.

    Por que vc não se junta í  comunidade eberick do yahoo para discutirmos lá também esses casos, onde tenho certeza outras posições surgirão.

  7. 25, junho, 2010 em 18:57 | #7

    Olá, sou novo no blog e é a primeira ves que estou participando.
    Concordo com o que disseram o Yutaka, o Carlos Alberto e o Renato Costa: É preciso implementar melhorias de mais peso ao programa.

  8. 25, junho, 2010 em 19:35 | #8

    Olá, @Renato Costa .

    Não tem do que se desculpar. O tal do “leque” não é esteticamente bonito mesmo, não, mas é a única solução possí­vel para representação de todos os eixos sem sobreposição de textos. Se não gosta, não use. É simples assim: não clique em cima da opção, não utilize todos os eixos, só isso. A sua preferência de locação também estará lá.

    Quanto ao tubulão meia-lua, você conhece? É provavel que não, por ser uma criação do Eng. Wilson Luiz da Costa (mestre em geotecnia e fundações pela PUC-RJ), e é algo extremamente útil, além de simples. O fato de ser regional não faz de algo irrelevante. Certos conceitos podem ser repensados, quando os desconhecemos. Não sei se é o caso. É o mesmo que chamar de irrelevantes as sapatas de divisa. São? Se são estão no Eberick estas “irrelevâncias”!

    Isto não implicaria em não implementar todos estes tópicos que você especificou, e com os quais eu concordo (vigas de equilí­brio, blocos com ângulo de rotação qualquer, pilar pelo centro de gravidade de fundação associada e não apenas pelo CG, viga das cintas apoiando no bloco e não no pilar, posicionamento qualquer das estacas dentro dos blocos, principalmente bloco de 2 estacas, estacas tracionadas etc.). Tudo é importante, muito importante, @Renato Costa , e existem diferentes pontos de vista aqui.

    Os tubulões em meia lua ou de canto têm a mesma importância, também, que os pilares em L, em U, em V etc. Achá-los irrelevantes pode ser por não tê-los usado ou não tê-los visto ou ambos, mas proporcionam soluções extremamente interessantes, viaveis tecnica e economicamente falando.

    Repetindo, não é necessário descartar algo para implementar as outras coisas. Acho (espero) que não seja isto que você está propondo. Quanto aos seus elogios e/ou frustrações, bem, dirija-as ao pessoal da AltoQi. Eu me frustro ao ler algumas coisas também, mas respeito.

    Tente conhecer algo sobre os tubulões em meia-lua (de divisa) ou de canto (com qualquer ângulo), mesmo sendo “preferências regionais”. São bem interessantes.

    Sempre haverá pontos de vista diferntes, @Renato Costa . Muitas vezes nestes pontos de vista diferentes descobrimos algo que pode nos surpreender. Se não surpreender, apenas não use. Não é simples? Recomendo a todos que procurem conhecer, seja ou não implementado pelo Eberick. Como em Goiânia o solo é bastante propí­cio a tubulões, talvez isto explique a questão. Há vários outros locais no paí­s onde o solo é propí­cio í  utilização majoritária de tubulões e cuja adoção de tubulões de divisa/canto poderia ser um avanço.

    O Next vai andando e há ainda muito o que fazer, sempre haverá, como sempre haverá discordâncias, preferências, regionalismos etc. O importante é ter o recurso. O que é mais importante para você pode não ser para mim e vice-versa. Vale pra todas as opiniões postadas aqui.

    Abraços a todos.

  9. 25, junho, 2010 em 20:16 | #9

    Ivan, será que você poderia disponibilizar algum material, se não der aqui, lá na comunidade sobre esses tubulões de divisa e de canto? Tenho bastante interesse.
    Abraços, Cristiano.

  10. 25, junho, 2010 em 22:03 | #10

    Caro Ivan Bueno

    Boa noite.

    Eu tambem tenho minhas preferencias para a planta de locação, mas ao meu ver existe outras formas de resolver, como por exemplo com a utilização de ferramentas de desenhos.
    Veja que há um consenso na implementação de novos recursos associados diretamente ao programa que se proprõe ao calculo estrutural, como é o caso do eberick.
    Respeitamos sua posição e sua necessidade, mas por favor pare e pense que estas melhorias que estamos solicitando serão beneficiados todos os usuarios, e não apenas alguns, não estamos falando em regionalismos, preferencias, nada disso, mas sim em colocar em pratica o mais necessario, talvez o obvio.

    Penso que é preciso dar espaço ao programa para que seja incorporado no seu conteudo tudo aquilo que ele se proprõe a fazer - Calculo Estrutural em primeiro lugar sempre.

    Penso tambem que esta sendo feito uma maquiagem no programa, e estamos dando espaço para que isto aconteça.

    Robson

  11. 26, junho, 2010 em 03:27 | #11

    @RPM Engenharia SC Ltda
    Nem de longe discordo das suas reivindicações, Robson, nem das de ninguém. Leia bem atentamente o que eu escrevi e verá que estou de acordo com todas, repito, TODAS as reivindicãções relativas ao aprimoramento do CíLCULO ESTRUTURAL. Não e “em detrimento” disso o que escrevo, mas para ADICIONAR.
    Eu uso exatamente as ferramentas de desenho para ajustar minha locação, e agora os ajustes são mí­nimos, mas apenas vejo que falta uma “ví­rgula” para a locação ficar “no ponto”, economizando tempo, o que é importante tanto para o projetista quanto para o cliente.
    Leia atentamente o que eu escrevi sobre CONCORDAR com as iplementações mais importantes, mas este tópico (basta ler lá em cima)é sobre LOCAÇÃO. Daí­ eu falei sobre LOCAÇÃO. Se fosse sobre outro tema, teria decorrido sobre o outro tema mais longamente.
    Sim, cálculo estrutural em PRIMEIRíSSIMO LUGAR. Eu disse algo que faz entender o contrário ou foi a AltoQi quem postou o tí­tulo? Eu estou comentando algo que está em andamento, só isto. A questão de sobreposição de textos é um tópico que foi votado, inclusive. O que eu sugiro tem a ver com evitar ou diminuir as sobreposições de texto.
    Não estou na contramão do que você pleiteia, Robson. Quero o mesmo e um pouco mais, talvez.
    Não chamaria as implementações gráficas que estão sendo feitas (em formas, locações, detalhes de pilares e vigas) com siples “maquiagem”, mas como parte importante na representação e clareza de um projeto estrutural, aliás, de qualquer projeto de engenharia.
    Assino embaixo das suas reivindicações, das do Renato, das de todos. SOMAR é a palavra.
    Abraços.

  12. 26, junho, 2010 em 04:15 | #12

    Caro @Cristiano Sesti Rochedo
    Meu trabalho de TCC, com ênfase em estruturas e fundações, fez a análise comparativa entre fundação em tubulões e estacas de um edifí­cio comercial (na época, 1989, o mais alto de Goiânia). O trabalho abordou roteiros de cálculo de tubulões considerando-se as normas vigentes na época, mas a adaptação para as normas atuais seria simples. Fiz inúmeros projetos para construtoras como ENCOL, EBM, JOÃO FORTES, MB (atualmente BROOKFIELD) e tantas outras adotando tubulões de divisa como solução, em parceria com o Eng. Wilson Luis da Costa.
    Infelizmente este trabalho está de acordo com as normas antigas, tanto as de concreto quanto as de fundações. O que faço hoje é dimensionar manualmente tais tubulões, com uma análise acurada do solo e dos esforços solicitantes em cada tubulão.
    O tubulão de divisa nada mais é que um “pilar” que sofre esforços verticais, horizontais e a ação de momentos em X, em Y e em Z. A questão interessante dele é que ele dispensa vigas de transição e é dimensionado de forma a absorver todos os esforços excêntricos, tanto nas dimensões da base quanto nas ferragem. Considera-se a resistência do solo na base do tubulão, mas também a resistência lateral do terreno í  compressão (é aí­ a grande questão que o diferencia do dimensionamento de uma estaca, que considera o atrito). Tal resistência í  compressão lateral do terreno ao longo do fuste é que é responsavel pela determinação do comprimento da ferragem longitudinal do mesmo. A quantidade de barras e sua disposição, não necessariamente simétrica, é o resultado de todos os esforços atuantes em conjunto com o solo como um todo.
    O interessante é que as sapatas de divisa (disponí­veis no Eberick) são pouco utilizadas por aqui, embora eu as utilize, como também utilizo blocos com estacas excêntricas (não coincidentes com o CG do bloco), também na divisa, fazendo o devido dimensionamento das excentricidades e dimensionando as estacas para tanto, e não somente os blocos.
    Já sugeri ao Eng. Ronaldo que o Eberick também dimensione as estacas (e não apenas os blocos), assim como nos permita entrar com os dados do laudo de sondagem, coisa que já existe no mercado [link removido]. Terí­amos a possibilidade de, em posse do laudo de sondagem, ter valores relativos í  resistência nominal das estacas calculadas por métodos como Aoki-Velloso, Decórt-Quaresma, Mayerhof e outros (desculpem-me se me equivoco na ortografia de algum dos nomes).
    Não tenho nada pronto para disponibilizar que seja absolutamente de acordo com a norma atual, mas é algo que se enquadra, só que não desenvolvi nenhuma rotina e trabalho com meus parâmetros próprios. A sugestão é que o Eberick desenvolva isto. Tenho desenhos de exemplos com tubulões de fuste em falsa elipse (o que traz enorme economia de concreto para pilares com “h” muito maior que “b”), detalhes de tubulões em falsa elipes, de divisa (meia-lua ou em qualquer angulo) em planta e seus detalhamentos.
    Havendo interesse, posso lhe enviar algum desenho por e-mail. Meu e-mail já está disponibilizado aqui.
    O que posso dizer é que é uma solução bastante interessante, tanto quanto a questão levantada pelo @Renato Costa de aprimoramento do módulo de fundações, de estacas submetidas a tração, de posicionamento das estacas em qualquer lugar do bloco etc. Aliás minha sugestão de tubulões com fuste em falsa elipse e de tubulões de divisa (vulgarmente chamados de “meia lua”, É UM APRIMORAMENTO DO MÓDULO DE FUNDAÇÕES, como reivindica o Eng. Renato. Assim com já temos sapatas de divisa, terí­amos tubulões de divisa.
    Acho que estou sendo mal interpretado ao insistir nas questões í s locações, pois este tópico é sobre locações. E quando insisto na não sobreposição de textos (que resultaria no tal do “leque” que é chamado de horrí­vel aqui neste tópico e também em outro anterior) é simplesmente porque isto está sendo trabalhado AGORA e o tópico relativo ao assunto está aberto AGORA. Quando abrirem outros tópicos, daí­ faremos os comentários pertinentes ao assunto.
    Estou í  disposição para colaborar no que estiver ao meu alcance e não estou sugerindo nada em detrimento do que vocês todos (e também eu) queremos como outros aprimoramentos relativos diretamente ao cálculo estrutural. Uma coisa se soma í  outra, não subtrai.
    Se compararmos o ní­vel dos detalhes do Eberick com outro concorrentes do mercado, inclusive o mais utilizado, veremos o quanto isto faz diferença na clareza das plantas, dos detalhes, das locações. Um engenheiro amigo meu que é usuário deste software do maior concorrente em cálculo estrutural lastima constantemente o ní­vel de detalhamento que obtém, inclusive da locação, que ele faz MANUALMENTE. Daí­ não ser possí­vel chamar os aprimoramentos gráficos de “maquiagem”.
    Bem, é tanta polêmica por tão pouco! Falta uma “ví­rgula” para a sobreposição dos textos não ocorrer na locação, quando representados todos os eixos. Por que não colocar a “ví­rgula”?
    Enviei recentemente um longo e-mail ao Eng. Ronaldo com diversas sugestões e ele, muito cordialmente, me respondeu dizendo que vários tópicos ainda seráo discutidos, relevantes a tudo o que é discutido aqui.
    Sempre í s ordens.
    Abraços,
    Ivan.

  13. 26, junho, 2010 em 09:57 | #13

    @Ivan Bueno
    Sem querer colocar mais lenha na fogueira, para mim já não seria uma ví­rgula. Eu não trabalho com eixos em todos os pilares. Pelo que sei, SP, RJ e praticamente em todo o nordeste os colegas trabalham “em cima” dos eixos da arquitetura. Com as locações por instrumento cada vez mais presentes nas obras, acho que é a tendência.
    Voltando ao assunto do post, eu iria preferir a inserção de cotas e nomes dos pilares diferente de você. Para mim seria melhor a cota acima do eixo e os pilares abaixo, sendo possí­vel inclusive configurar uma quebra de texto. Isso evitaria uma linha muito extensa que, para mim, prejudica muito a estética da prancha.
    Então, o Ronaldo e Equipe de desenvolvimento devem estar com os cabelos arrepiados.
    Claro, podem ser criadas configurações para personalizar, mas a meu ver a partir de certo ponto fica inviável.
    Aí­ vem a necessidade de identificar as prioridades. Foi tentato isso no brainstorm.
    No caso da locação, pra mim falta pouco. Possibilidade de definir divisas (com inscrições divisa xx m, alinhamento xx m) e executar a locação dos eixos baseados nas divisas. Aí­, pra mim, “matou a páu”.
    Nós sugerimos acriação de um espaço para troca de informações entre os usuários, lembram-se ? O Ronaldo respondeu dizendo que estariam estudando e viabilizando a idéia.
    Antes disso, o Renado Costa e Yutaka tomaram a frente e fizeram “acontecer” o grupo na comunidade yahoo.
    Aí­ vou bater na mesma tecla do renato, no post aqui, que seria mais produtivo para todos (í±ós usuários e Altoqi) se discutissimos as sugestões e preferência no grupo, chegando a um posição de consenso e aí­ sim postar aqui uma solicitação. Acho que agilizaria o processo para a Altoqi. Ficaria, também, mais fácil de cobrarmos as resposta. Dispersando como está acho que tumultua muito e dificulta os processos de análise da empresa. Até porque, certamente não conseguirão atender a todos.
    Parece que é unânime a impressão de que as melhoria estão vindo de forma muito tí­mida. Então, se pudessemos ajudar…..
    Abraços a todos.

  14. 26, junho, 2010 em 13:05 | #14

    Senhores,
    Sou a favor de todas as propostas de melhorias ao Eberick, mas acho que se deveria, pela ordem, se resolver primeiro as pendências e erros, para depois desenvolvermos melhorias ou desenvolver novas ferramentas. Vejo com apreensão que já estamos no Release 6 do Next, e não há siquer comentário de quando será consertado do desenho gerado por laje tipo “prelaje” e seu respectivo corte, que dá um trabalho enorme para sse corrigir manualmente antes de fazer entrega dos desenhos ao cliente. Esta solicitação foi feita por mim em 2007 ao suporte, que ficou de implementar. Tambem é muito trabalhoso o lançamento de vigas inclinadas e escadas que passam por pilares. Não vou ficar descrevendo todas as dificuldades em fazer lançamento de vigas inclinadas x niveis intermediários. Não há possibilidade de pular o andar. Se no projeto tivermos 3 escadas e uma rampa com patamares em niveis diferentes, seu lançamento é um verdadeiro inferno. Concordo ainda com o EngºDemerval, que cada vez mais se usa locação por instrumento e vale acrescentar que no iní­cio de minha carreira (1968/69) quem fazia o projeto do quadro de locação era o engenheiro da obra. Não havia necessidade da planta de locação vir mastigada. Antes que alguem chame a minha atenção por estar ventilando um assunto em local indevido, explico que só o faço porque não tenho sido atendido e estou preocupado com o rumo das melhorias que inegavelmente ao muito boas mas para mim as correções são indispensáveis.

  15. 26, junho, 2010 em 15:51 | #15

    Olá, @Dermeval Ramos Neto .
    Quando digo que falta “uma ví­rgula” sobre a utilização deste tipo de locação, que fique claro que acho que a locação já está boa. Por isto a não sobreposição de textos seria, msmo, “um pontinho a mais” no ajuste. E é mesmo ajuste.
    Muita polêmica gerada em cima da minha sugestão, que foi dada í  AltoQi no iní­cio do Nexto.
    Quanto í  sua frase “Para mim seria melhor a cota acima do eixo e os pilares abaixo, sendo possí­vel inclusive configurar uma quebra de texto.”, eu concordo plenamente.
    Um dos modelos que elimina a sobreposição de textos (que é o modelo que eu utilizava no antigo sistema Calaut), que já citei, foi enviado para o Eng. Ronaldo, que por e-mail me disse ter gostado da sugestão, e também mandei para alguns colegas aqui. Neste modelo, o “leque” é diferente e bem semelhante ao que você sugere.
    Quanto í  utilização de instrumentos para a locação, que isto se torne de uso geral, acho que é o sonho de todos nós. Daí­ precisarí­amos apenas da tabela, mas esta não é a realidade, ainda. Tomara que venha a ser.
    Especialmente em condomí­nios horizontais de luxo (e não em edifí­cios de grande porte), raramente se utiliza a locação por instrumento, embora eu acho que devesse.
    Eu dei sugestões, pedi melhoras e não discordei das outras reivindicações. Não estou entendendo tanta polêmica. A ficar como está, já acho que está de bom tamanho, mas acho que seria deixar de colocar o ponto final, isto na nossa realidade de que a locação por instrumentos ainda não é a mais utilizada ou ao menos não é tão utilizada como poderia (e deveria).
    Vou ressaltar a sua frase “Para mim seria melhor a cota acima do eixo e os pilares abaixo, sendo possí­vel inclusive configurar uma quebra de texto.” para que o Eng. Ronaldo, que me respondeu a um e-mail recentemente, possa discorrer sobre o assunto, se o achar necessário. A quebra de textos é mesmo interessante e importante.
    Abraços a todos.

  16. 26, junho, 2010 em 19:25 | #16

    @Sergio da Silva Pires

    Concordo com você, Sergio. Em especial, friso o problema das vigas inclinadas, onde vou chamá-lo de ‘desesperador’. Alguns colegas aqui também já manifestaram sua dificuldade em lidar com esse problema de lançamento, como o Cristiano (Sesti Rochedo). Felizmente, verifiquei que o problema do desaparecimento da carga adicional, imediatamente após o lançamento de viga inclinada, foi sanado nesta NEXT6. Eu sei que o desenvolvimento está trabalhando nessa questão, mas acho muito salutar, sempre que possí­vel, trazermos í  tona essa deficiência. Realmente, lançar vigas inclinadas entre ní­veis intermediários no Eberick atualmente é um exercí­cio de paciência e, por que não dizer, uma tortura.

  17. 27, junho, 2010 em 09:18 | #17

    Gostaria de fazer um comentário:
    Acho perigoso mandar para a obra o nome dos pilares escritos nos eixos de referencia da planta de locação.
    Nem sempre aqueles eixos representam o centro geométrico do pilar, mas a referencia para uma cota. Isto pode induzir a um erro de execução. Porque uma vez marcado os nomes dos pilares no gabarito, a Peãozada dispensa a planta de locação e na hora da execução vai puxar o arame achando que é o centro do pilar. Então para não dar chance ao erro, acho que para constar na planta de locação o nome dos pilares nos eixos, somente se forem os eixos do centro de cada pilar. Aí­ de fato o congestionamento!

  18. 27, junho, 2010 em 12:06 | #18

    Só para completar:
    Ai eu acho que o Ivan tem razão. Uma solução seria a abertura do nome dos pilares em leque. Acho feio, mas é eficiente. Uma outra alternativa, talvez, seria ao invés do leque, traços ortogonais para descongestionar.

  19. 27, junho, 2010 em 13:57 | #19

    Olá, @Conrado José Moreira Macedo .
    Utilizar os nomes dos pilares na locação, realmente só é algo a ser utilizado quando o eixo se refere ao centro geométrico do pilar, senão é confusão na certa.
    Quanto ao leque, tão polêmico e apedrejado aqui, também não acho bonito, mas não vejo outra solução para quem escolher (dependendo da obra) este tipo de representação. A sugestão de traços ortogonais, como que “linhas de chamada” originadas da ponta da linha de eixo/cota, onde o valor cota fica acima da linha e os nomes dos pilares abaixo (ou vice-versa, tanto faz) é uma ótima solução (incluindo-se a quebra de textos em mais de uma linha para o caso de muitos pilares), cujo modelo já mandei para o Eng. Ronaldo e para alguns colegas aqui.
    Abraços a todos.

  20. 27, junho, 2010 em 14:01 | #20

    A locação ideal, aí­ não em desenho, mas em aplicação, como também já foi dito aqui, seria a feita sempre por instrumento. É o sonho de todos nós, mas isto ainda está longe de se tornar realidade, especialmente para obras de médio porte, como em residências (ainda que de luxo) em condomí­nios horizontais fechados ou em bairros valorizados de grandes cidades. Meu sonho é ter sempre locação por aparelho, um topógrafo í  disposição. Quem dera! Há de se pensar no que é real e que a engenharia não atua só nos grandes centros e com grandes obras. Ainda assim é algo a ser buscado e talvez até cobrado junto aos orgãos competentes que nos representam.

  21. 29, junho, 2010 em 09:50 | #21

    CUSTO BENEFICIO, sou usuário e defensor do eberick, mas concordo com o que foi mencionado por vários colegas aqui, estamos na relase 6 e até o momento foram feitas varias “perfumarias” e alguns complementos, sem que um avanço efetivo do programa tenha sito apresentado, ao final será proposto aos que participaram do next um valor comercial para a atualização do programa, pelo menos todos que estão aqui terão condições de avaliar se o valor cobrado será justo.

  22. 1, julho, 2010 em 15:37 | #22

    Boa tarde @Madson Andre E. Freitas,
    Fiz um comentário sobre isso também no post relativo a transparencia no pórtico “@Moderador Blog Eberick - Ronaldo Parisenti“. De todo o modo, entendo sua preocupação, mas acreditamos que até o final do Next tanto a AltoQi quanto os calculistas (eu me incluo nos dois grupos) estaremos ganhando.

  23. 9, julho, 2010 em 18:52 | #23

    Bom gente, acho que a polêmica está até maior do que deve, mas discutir sempre é bom.
    Sobre as representações e utilização em obra, dvemos ter em mente que usamos o Eberick para projetar uma grande condomí­nio vertical e também para aquela residência de 100 m2, térrea e com um cliente que tá contratando um Zé Mané qualquer para executar.
    A maioria dos enegnheiros acaba utilizando a ferramenta, pois facilita, dá segurança e rapidez no projeto, mas na obra acontecem coisas INCRíVEIS.
    Outro dia projetei uma residência, as paranchas saí­ram legais, bem detalhadas, com todas as informações, quando chegamos na obra para verificar a ferragem, vimos diversos pilares divididos em dois. O Zé Mané “plantou” um pilar em cima de cada estaca (blocos de duas estacas).
    O que dizer disso, bastou dar uma bobeira no acompanhamento (que em alguns casos tem que ser diário) e pimba, o estrago tá feito.
    Em obras um pouco maiores (e não precisa ser muito) este tipo de situação não acontece.
    Mas temos que pensar que quem vai pegar nosso projeto na obra (peão) pode ser um servente melhorado que as vezes sabe ler números, mas no caso de letras só se for uma atras da outra conforme o alfabeto, se misturar aí­ ferrou, não entende mais nada.
    E vai explicar… quem já não explicou e perguntou se entendeu e o cabra só fez humm, humm… e você saiu da obra coçando a cabeça?

    Volto a frisar que a prancha que vai pra obra não deve ser para engenheiro e sim para peão semi analfabeto ou “anarfa mermo” e as vezes meio cego.

    Abraços

    Tontini

  24. Renato Costa
    9, julho, 2010 em 20:34 | #24

    @Marcio Tontini , qdo disse “… Volto a frisar que a prancha que vai pra obra não deve ser para engenheiro e sim para peão semi analfabeto ou “anarfa mermo” e as vezes meio cego….”

    NÃO CONCORDO ! Somentes pessoas qualificadas estão aptas profisisonalmente a ler, interpretar, e implementar o projeto; se na obra não há quem o faça, que as contrate.

  25. 11, julho, 2010 em 15:20 | #25

    @Renato Costa

    Caro Renato,
    Acompanho o Blog já há algum tempo e tenho o maior respeito por sua opinião e contribuição bem como dos demais colegas, e também concordo que somente com pessoas qualificadas teremos engenharia e construções qualificadas.
    Mas esta premissa é encontrada junto í s construtoras, que tem um quadro de engenheiros gabaritados, que levam treinamento aos seus funcionários, que fazem suas locações com instrumentos, etc, etc.
    Porém a realidade brasileira, e digo não só a brasileira, não é bem assim. Boa parte da construção civil no paí­s é feita por peões semi analfabetos mesmo, tocadas por engenheiros que não fazem só cálculo estrutural, mas fazem todos os projetos, correm atrás de clientes, acompanham a obra, e mais… brigam com clientes, quando estes acham que você exagerou no ferro, discutem com o empreiteiro que disse para o patrão que o engenheiro não entende nada e que já faz diferente desde a época do seu avô, que sofrem com concorrência desleal, etc, etc.
    É para esta parcela da engenharia que eu digo que os projetos também tem que ter utilidade e clareza.
    Afinal, o profissional liberal, nem sempre é o responsável pela contratação do empreiteiro, muitas vezes tem que se sujeitar í s condições do cliente, ou fica sem o cliiente e sem a remuneração.
    E entre o engenheiro (considerado um mal necessário) e o “empleiteiro” de confiança, quem sobra é o engenheiro… Ou você nunca viu isso???

    Abraços

    Tontini

  26. 12, julho, 2010 em 07:31 | #26

    @Marcio Tontini
    Mas esta premissa é encontrada junto í s construtoras, que tem um quadro de engenheiros gabaritados, que levam treinamento aos seus funcionários, que fazem suas locações com instrumentos, etc, etc.Porém a realidade brasileira, e digo não só a brasileira, não é bem assim. Boa parte da construção civil no paí­s é feita por peões semi analfabetos mesmo, tocadas por engenheiros que não fazem só cálculo estrutural,…

    Marcio

    Bom dia

    Este não e o lugar, mas tinha que ser feito, se não de nada valia o Next e os demais que estão por vir…

    Com todo repeito, mas esta e politica do pão e o vinho e nada mais, e ou o proprietario finge que paga e o engenheiro finge que trabalha..
    Não concordo contigo em hipotese nenhuma, já passamos por esta realidade e ainda as vezes deparamos novamente, tambem trabalho num centro onde não existe este padrão de consrutoras e a coisa não acontece desta forma.
    Em situações deste tipo tiramos o time de campo e damos baixa na ART e comunicamos a prefeitura, a obra fica sem o projetista e no minimo uma pendencia a ser resolvida, é o minimo que temos que fazer.
    E um trabalho arduo e de longo prazo mas vale a pena, hoje conseguimos um certo respeito, porque fomos na base e educamos tambem “os peões” como voce os chama, não gosto do termo, aqui chamados pelo nome, esta é uma grande ferramenta darmos a eles o devido valor.
    Me desculpe o desabafo novamente, mas levante a bandeira e vai em frente que voce irá conseguir..
    Preserve a boa tecnica, valorize o pessoal de obra que eles são os menos culpados não tiveram a mesma oportunidade que nos tivemos, pense nisto.
    Fico chateado com este tipo de coisa, mas temos que fazer algo e nunca cruzar os braços.

    Um grande abraço

    Robson

  27. 13, julho, 2010 em 22:28 | #27

    @Marcio Tontini
    Eu concordo com voce quando diz que ainda existem proprietários que acham que o engenheiro só precisa “assinar”. Que existem “mestres” que trabalham há 30 anos e nunca tiveram problema, então porque obedecer o engenheiro de menos de 30 anos de idade ?
    Também já tive menos de 30 anos de idade (pouquinho de saudade rs) mas nunca me conformei em “assinar” ou contrariar meus princí­pios e minha análise. Tinha muito menos conhecimento do que tenho hoje e muito menos experiência. Mas quando o cliente dizia é só assinar eu respondia com um sonoro: “então assina você, ou é você é analfabeto ? Assina que a fiscalização do CREA diz se vale ou não”. Algumas vezes deve ter passado porque a fiscalização do CREA…………Melhor deixar pra lá.
    Mas sempre preferi perder o serviço e/ou cliente a concordar com algo que ia contra minha convicção.
    Então, quando o projeto vai para a obra, deve ser lido por um engenheiro.
    Como diz o @Renato Costa , senão tem, que seja contratado. Estaremos nos protegendo e melhorando nosso mercado de trabalho. Se o cliente ligar dizendo que o mestre de obras está com dúvidas, responda: dúvidas do mestre são resolvida pelo engenheiro da obra. Se o colega que fiscaliza a obra as tiver, aí­ sim é entre ele e eu.
    Vamos aproveitar o boom que vivemos no momento para valorizar mais nossa classe.
    E, se quiser uma dica de resposta para aquele famoso argumento de “mestres” juramentados: “trabalho nisso há mais de 30 dias moço”, basta responder com outra pergunta: “e ainda não aprendeu ?”. Nota: antes de responder verifique as possí­veis saí­das de emergência. rs
    Abraços.

  28. 16, agosto, 2010 em 11:57 | #28

    @Carlos Alberto Sima
    Já sou cliente da ALtoQi há muito tempo ( dos tempos dos “Pros” ProViga, ProPilar e outros). Tenho acompanhado este blog em silêncio desde o iní­cio,e venho me manifestar pela primeira vez para dizer que o pessoal da AltoQi realmente está de parabéns pelo empenho em tornar as necessidades dos projetistas atendidas, e creio que as reivindicações do colega Carlos Alberto Simas no momento são as mesmas que eu faria.
    Portanto torno minha as palavras dele.
    Vale lembrar que tenho tido contato ao longo dos últimos 5/6 anos de outros softwares para cálculo estrutural e que na avaliação geral, mesmo com todas as limitações que possam haver ainda fico com o Eberick.
    Abraços

  1. 28, julho, 2013 em 18:16 | #1
  2. 28, julho, 2013 em 18:21 | #2
  3. 28, julho, 2013 em 18:21 | #3
  4. 28, julho, 2013 em 19:04 | #4
  5. 28, julho, 2013 em 19:11 | #5
  6. 28, julho, 2013 em 19:11 | #6
  7. 28, julho, 2013 em 19:20 | #7
  8. 28, julho, 2013 em 19:34 | #8
  9. 28, julho, 2013 em 19:35 | #9
  10. 28, julho, 2013 em 19:35 | #10
  11. 28, julho, 2013 em 19:36 | #11
  12. 28, julho, 2013 em 19:37 | #12
  13. 28, julho, 2013 em 19:37 | #13
  14. 28, julho, 2013 em 19:37 | #14
  15. 28, julho, 2013 em 19:38 | #15
  16. 28, julho, 2013 em 19:39 | #16
  17. 28, julho, 2013 em 19:45 | #17
  18. 28, julho, 2013 em 19:45 | #18
  19. 28, julho, 2013 em 19:45 | #19
  20. 28, julho, 2013 em 19:46 | #20
  21. 28, julho, 2013 em 19:49 | #21
  22. 28, julho, 2013 em 19:49 | #22
  23. 28, julho, 2013 em 19:58 | #23
  24. 28, julho, 2013 em 19:59 | #24
  25. 29, julho, 2013 em 12:03 | #25
  26. 29, julho, 2013 em 12:06 | #26
  27. 29, julho, 2013 em 12:06 | #27
  28. 29, julho, 2013 em 12:07 | #28
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  32. 29, julho, 2013 em 12:23 | #32
  33. 29, julho, 2013 em 12:24 | #33
  34. 29, julho, 2013 em 12:25 | #34
  35. 29, julho, 2013 em 12:25 | #35
  36. 29, julho, 2013 em 12:28 | #36
  37. 29, julho, 2013 em 12:36 | #37
  38. 29, julho, 2013 em 12:37 | #38
  39. 29, julho, 2013 em 12:37 | #39
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